Toda manifestação patológica conta uma história. Fissuras, infiltrações, deformações e descolamentos são sintomas e não a doença em si.
Em perícias técnicas, o erro mais comum é tratar o sintoma sem identificar a causa-raiz. Fechar uma fissura sem entender sua origem é garantir que ela volte, geralmente pior.
O diagnóstico correto começa com inspeção visual criteriosa, seguida de ensaios não destrutivos (esclerometria, ultrassom, pacometria) e, quando necessário, abertura de pontos de verificação.
Prevenir é sempre mais barato que remediar. Projetos bem detalhados, execução controlada e manutenção periódica reduzem em até 80% a incidência de patologias graves.



